A República

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Que Platão tenha escrito com A República uma obra que, para além de seu tempo histórico, estará não mais na ágora, mas nas mesas, nas tribunas e nos foros de discussão em todos os tempos, algo comprovado pela sorte que lhe foi reservada até agora, é fora de dúvida. Reafirmá-lo é um truísmo, mas com ele também ressurge sempre a pergunta: qual a sua atualidade? Pergunta que cada época fez nos seus termos e que, com razão, podemos repropor. Se o centro nevrálgico da discussão e investigação desenvolvidas por Platão é, por certo, a cidade, a polis, e as formas e estruturas de relacionamento e governo de seus cidadãos, os padrões de moral e de justiça que os conduzem e regulam o embate de seus interesses e a perfeita solução que lhes pode ser dada numa politeia ideal, não é menos verdade que os argumentos aduzidos em torno do problema da tirania e da democracia encontram-se na pauta dos conflitos e dos debates de nossa contemporaneidade, com uma atualidade que tem a extensão global do mundo em que vivemos.

É uma das obras-primas de Platão. Nela o filósofo expõe suas ideias políticas, filosóficas, estéticas e jurídicas. Aqui se encontra a “Alegoria da Caverna”, uma das mais belas passagens de toda a obra de Platão. O filósofo imaginou um Estado ideal, sustentado no conceito de justiça.

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